X

Logotipo
  • O que é ABM?
  • Materiais
  • Vídeos
  • ABM no Brasil
  • Podcast
  • Treinamento
  • Software
  • Sobre
Logotipo
  • O que é ABM?
  • Materiais
  • Vídeos
  • ABM no Brasil
  • Podcast
  • Treinamento
  • Software
  • Sobre

Assine nossa newsletter e receba conteúdos exclusivos.


17 / ago / 2026 • Por: Maria Eduarda Linhares
  • Account-Based Marketing

Como Usar o LinkedIn para Prospecção B2B: Estratégias de Social Selling e Networking

O LinkedIn deixou há muito tempo de ser apenas uma rede para procurar emprego.

Hoje, a plataforma também se tornou um ambiente estratégico para prospecção B2B, construção de autoridade, networking e geração de oportunidades comerciais.

Mas existe uma diferença importante entre estar no LinkedIn e saber utilizá-lo para gerar negócios.

Adicionar centenas de pessoas, enviar mensagens comerciais imediatamente após uma conexão ou abordar profissionais sem conhecer minimamente seu contexto dificilmente constrói relacionamentos relevantes.

Para quem trabalha com vendas B2B e Account-Based Marketing (ABM), a lógica precisa ser outra: identificar as contas que realmente importam, encontrar as pessoas certas dentro dessas organizações e construir uma aproximação personalizada antes de tentar vender.

Foi justamente sobre isso que Felipe Spina conversou com Cristiano Santos, professor, palestrante e especialista em Marketing Digital, mídias sociais, Personal Branding, Employer Branding, Social Selling e LinkedIn.

Durante o episódio, Cristiano compartilha estratégias práticas para utilizar recursos do próprio LinkedIn na prospecção, melhorar a abordagem comercial, construir autoridade por meio de conteúdo e transformar conexões digitais em relacionamentos capazes de gerar negócios.

Neste artigo, reunimos os principais aprendizados dessa conversa para mostrar como usar o LinkedIn para prospecção B2B de forma mais estratégica, humana e alinhada aos princípios do Account-Based Marketing.


Assista ao episódio completo

Quer aprofundar as estratégias apresentadas neste artigo?

No episódio, Felipe Spina e Cristiano Santos conversam sobre prospecção no LinkedIn, Social Selling, networking, personalização, autoridade e geração de negócios, trazendo exemplos e práticas que podem ser aplicadas por profissionais de Marketing e Vendas.

Entre os temas abordados estão:

  • como encontrar potenciais compradores no LinkedIn;
  • como utilizar os filtros de busca da plataforma;
  • como personalizar uma solicitação de conexão;
  • por que não vender imediatamente após adicionar alguém;
  • como conteúdo ajuda a construir autoridade;
  • o que é Social Selling Index (SSI);
  • quando utilizar o LinkedIn Sales Navigator;
  • como transformar networking digital em relacionamento;
  • como utilizar o LinkedIn em estratégias de ABM.

▶ Assista ao episódio completo e descubra como transformar o LinkedIn em um canal estratégico de relacionamento e prospecção B2B.


LinkedIn não é apenas uma ferramenta para procurar emprego

Durante muitos anos, o LinkedIn foi associado principalmente à busca por oportunidades profissionais.

Essa percepção ajudou a construir a própria história da plataforma, mas seu papel evoluiu.

Hoje, empresas e profissionais utilizam o LinkedIn para compartilhar conhecimento, construir autoridade, desenvolver relacionamentos e gerar oportunidades de negócio.

Durante a conversa, Cristiano explica que essa mudança também está relacionada ao crescimento do conteúdo dentro da plataforma.

Quando profissionais passam a compartilhar conhecimento, experiências e opiniões, outras pessoas conseguem compreender melhor quem eles são, o que fazem e quais problemas podem ajudar a resolver.

E isso muda completamente a dinâmica comercial.

Antes mesmo de receber uma proposta, um potencial cliente pode acompanhar conteúdos de um vendedor, conhecer sua experiência e desenvolver confiança em seu trabalho.


O primeiro erro da prospecção no LinkedIn: buscar quantidade

Um dos principais erros de quem começa a utilizar o LinkedIn comercialmente é acreditar que quanto maior a rede, maiores serão as vendas.

Na prática, uma rede enorme e desqualificada pode gerar muito menos resultado do que uma rede menor formada pelas pessoas certas.

Isso é especialmente importante em vendas B2B.

Se sua empresa vende para determinados segmentos, cargos ou tipos de organização, não existe necessidade de abordar indiscriminadamente milhares de pessoas.

É muito mais estratégico identificar:

Quem realmente pode participar da decisão de compra da minha solução?

Cristiano reforça durante o episódio que o LinkedIn deve ser utilizado de maneira assertiva. Em vez de simplesmente adicionar pessoas, o profissional pode usar os recursos de busca para localizar perfis compatíveis com seu mercado e seus objetivos comerciais.

Essa lógica se aproxima diretamente do ABM.

Não se trata de falar com todo mundo. Trata-se de identificar quem realmente importa para aquela estratégia.


Como encontrar as pessoas certas no LinkedIn

Uma das dicas mais práticas apresentadas durante o episódio envolve a própria busca do LinkedIn.

E um ponto importante destacado por Cristiano é que existem recursos disponíveis mesmo para quem utiliza a versão gratuita da plataforma.

Imagine, por exemplo, que sua solução seja direcionada a profissionais responsáveis por inovação.

Em vez de procurar empresas aleatoriamente, você pode pesquisar pelo cargo desejado e utilizar os filtros disponíveis para refinar os resultados.

O LinkedIn permite trabalhar com critérios como:

  • localização;
  • empresa atual;
  • empresas anteriores;
  • nível de conexão;
  • conexões em comum.

Isso transforma uma busca genérica em um processo de mapeamento muito mais estratégico.


Use o recurso “Todos os filtros”

Depois de realizar uma busca por pessoas, o LinkedIn oferece a opção “Todos os filtros”.

É justamente nessa área que a pesquisa pode ganhar profundidade.

Você pode, por exemplo, buscar profissionais de determinado cargo que trabalham atualmente nas empresas que fazem parte do seu mercado-alvo.

Também pode procurar alguém que já tenha trabalhado em determinada organização.

Outro recurso destacado no episódio é a possibilidade de analisar os níveis de conexão.

No LinkedIn, uma pessoa pode ser uma conexão de primeiro grau ou estar conectada indiretamente a você por meio de outros profissionais da sua rede.

Essa informação pode ajudar a encontrar caminhos mais naturais para iniciar um relacionamento.


Utilize suas próprias conexões para encontrar potenciais clientes

Um exemplo apresentado por Cristiano mostra como essa estratégia pode ficar ainda mais interessante.

Imagine que você conheça um profissional muito bem relacionado no seu mercado e confie na qualidade da rede dessa pessoa.

Ao realizar uma busca, é possível utilizar conexões em comum como parte da estratégia para localizar profissionais relevantes.

Em vez de partir completamente do zero, você começa a explorar uma rede que já possui algum nível de proximidade com pessoas que conhece.

Em vendas B2B, isso pode abrir oportunidades importantes.

Uma conexão em comum também pode funcionar como:

  • referência;
  • ponto de contexto;
  • oportunidade de apresentação;
  • elemento para uma abordagem mais natural.

A prospecção deixa de ser simplesmente uma lista de nomes e passa a considerar relações entre pessoas.


O LinkedIn como ferramenta para Account-Based Marketing

Essa possibilidade se torna ainda mais interessante quando aplicada ao Account-Based Marketing.

Em uma estratégia tradicional de prospecção, muitas vezes o processo começa procurando pessoas que poderiam ter interesse na solução.

No ABM, frequentemente acontece o contrário.

A empresa já sabe quais contas deseja conquistar.

Imagine que uma organização específica esteja na sua lista de contas-alvo.

Você pode pesquisar o nome dessa empresa no LinkedIn e começar a mapear os profissionais que trabalham nela.

A partir daí, é possível identificar:

  • possíveis decisores;
  • influenciadores;
  • usuários da solução;
  • lideranças;
  • profissionais de áreas relacionadas à decisão.

Em vez de abordar uma empresa como se ela fosse uma entidade abstrata, você começa a compreender quem são as pessoas que formam aquela conta.

Esse mapeamento é fundamental porque vendas B2B complexas raramente dependem de apenas um interlocutor.


Encontrar a pessoa certa é apenas o começo

Depois de localizar um potencial comprador, surge outra questão:

O que fazer agora?

É exatamente nesse momento que muitas estratégias de prospecção falham.

O profissional encontra alguém aparentemente adequado, envia uma solicitação de conexão e, assim que ela é aceita, dispara uma mensagem apresentando produto, serviço, link, agenda ou proposta.

Durante o episódio, essa prática é criticada justamente porque ignora uma etapa fundamental:

o relacionamento ainda não existe.

Você encontrou a pessoa.

Mas ainda não conquistou sua atenção.

Muito menos sua confiança.


Não tente vender na primeira mensagem

Imagine conhecer alguém presencialmente em um evento.

A pessoa se apresenta e, poucos segundos depois, começa a oferecer um produto.

Provavelmente a conversa pareceria desconfortável.

No ambiente digital, não é muito diferente.

Aceitar uma conexão no LinkedIn não significa automaticamente estar interessado em receber uma proposta comercial.

Por isso, a primeira mensagem precisa ter outro objetivo:

começar uma conversa.

Durante o episódio, Cristiano recomenda observar o perfil da pessoa antes da abordagem.

Veja o que ela publica.

Observe os assuntos sobre os quais comenta.

Entenda sua área de atuação.

Identifique algum ponto genuíno de interesse.

Só depois construa a mensagem.


Personalize a primeira abordagem

Uma boa mensagem de conexão não precisa ser longa.

Ela precisa demonstrar que existe uma razão real para aquela aproximação.

Em vez de algo genérico como:

“Olá, gostaria de adicionar você à minha rede.”

a conversa pode começar mencionando um contexto específico.

Por exemplo:

“Olá, acompanhei seu conteúdo sobre inovação e achei muito interessante a discussão sobre o tema. Também trabalho próximo a essa área e gostaria de acompanhar mais do seu trabalho por aqui.”

Perceba a diferença.

Não existe oferta.

Não existe catálogo.

Não existe pedido de reunião.

Existe contexto.

Durante o episódio, Cristiano resume essa lógica ao explicar que a abordagem inicial deve colocar a atenção no outro. Para isso, recomenda conhecer minimamente o perfil e os assuntos de interesse daquela pessoa antes de iniciar a conversa.


Pesquise antes de abordar

Essa talvez seja uma das práticas mais simples — e mais negligenciadas — da prospecção B2B.

Antes de mandar uma mensagem, pesquise.

Alguns minutos podem revelar informações capazes de transformar completamente uma abordagem.

Observe:

  • cargo atual;
  • trajetória profissional;
  • publicações recentes;
  • comentários;
  • projetos;
  • interesses profissionais;
  • mudanças recentes na empresa.

O objetivo não é utilizar informações pessoais de maneira artificial.

É compreender o contexto profissional para evitar uma abordagem completamente desalinhada.

Em ABM, essa etapa é ainda mais importante porque a personalização faz parte da própria estratégia.


Use notícias da conta como oportunidade de relacionamento

Durante a conversa, Felipe Spina traz uma prática complementar bastante útil para quem trabalha com contas estratégicas: acompanhar notícias das empresas que estão no radar comercial.

Uma forma mencionada no episódio é utilizar o Google Alerts para acompanhar novidades relacionadas às organizações de interesse.

Imagine que uma conta-alvo:

  • anunciou uma aquisição;
  • abriu uma nova unidade;
  • contratou uma liderança;
  • lançou um produto;
  • recebeu um investimento;
  • divulgou um resultado relevante.

Essas informações podem criar oportunidades muito mais naturais para iniciar ou fortalecer uma conversa.

Em vez de:

“Gostaria de apresentar nossa solução.”

o contato pode partir de algo realmente relacionado ao momento da empresa.

Esse é um dos princípios fundamentais da personalização:

a mensagem precisa fazer sentido para quem recebe — e não apenas para quem está tentando vender.


Conteúdo prepara o caminho para a venda

Existe ainda outro elemento fundamental nessa estratégia.

Depois que uma pessoa aceita sua conexão, ela passa a ter a possibilidade de acompanhar o que você publica.

Isso significa que o conteúdo pode continuar construindo o relacionamento mesmo quando você não está falando diretamente com aquele prospect.

Ao compartilhar conhecimento, experiências, cases, análises e aprendizados, você permite que sua rede compreenda melhor:

  • o que você sabe;
  • como você pensa;
  • quais problemas consegue resolver;
  • quais resultados já ajudou a gerar.

Durante o episódio, Cristiano destaca justamente essa relação entre conteúdo e prova social.

Um case de cliente, por exemplo, pode fazer com que alguém da sua rede descubra espontaneamente que sua empresa resolve um problema semelhante ao que ela enfrenta.

Nesse cenário, a dinâmica comercial muda.

Em vez de o vendedor interromper o prospect com uma oferta, o próprio conteúdo pode despertar interesse e criar espaço para uma conversa.


Relacionamento antes da conversão

A própria visão apresentada durante o episódio sobre Social Selling reforça um princípio essencial:

LinkedIn não deve ser utilizado apenas como um canal para distribuir ofertas.

A plataforma permite construir relacionamento antes da venda.

Encontrar as pessoas certas é o começo.

Depois vêm a aproximação, o conteúdo, as interações e a construção de confiança.

Somente então uma oportunidade comercial pode surgir de maneira muito mais natural.

Para vendas B2B e ABM, essa mudança de mentalidade é especialmente relevante.

Quando existem poucas contas realmente estratégicas, desperdiçar uma primeira abordagem pode significar perder uma oportunidade importante.

Por isso, relevância vale mais do que volume.

Social Selling: transformando conexões em relacionamentos comerciais

Encontrar as pessoas certas no LinkedIn é apenas uma parte da estratégia.

Para transformar essas conexões em oportunidades de negócio, é necessário construir relacionamento, gerar confiança e demonstrar conhecimento ao longo do tempo.

É justamente essa a lógica do Social Selling.

Durante o episódio, Cristiano Santos explica que Social Selling não significa simplesmente utilizar uma rede social para vender.

O conceito está muito mais relacionado à capacidade de utilizar o ambiente digital para identificar potenciais clientes, construir relacionamentos e desenvolver autoridade antes da abordagem comercial.

Essa diferença é importante.

Em vez de utilizar o LinkedIn como uma grande lista de contatos para disparar mensagens, o profissional passa a enxergar a plataforma como um ambiente de relacionamento.


Os quatro pilares do Social Selling

Durante a conversa, Cristiano apresenta quatro elementos importantes para quem deseja desenvolver uma estratégia consistente de Social Selling no LinkedIn.

Eles ajudam a entender que gerar oportunidades pela plataforma depende de muito mais do que simplesmente aumentar o número de conexões.

1. Construir uma marca profissional

O primeiro ponto está relacionado à forma como você se apresenta.

Antes mesmo de responder uma mensagem, um potencial cliente pode acessar seu perfil para entender quem você é, onde trabalha, qual sua experiência e sobre quais assuntos costuma falar.

Por isso, o perfil profissional funciona como uma espécie de cartão de visitas digital.

Foto, título profissional, descrição, experiências e conteúdos publicados ajudam a formar uma primeira percepção sobre aquele profissional.

Para quem trabalha com vendas B2B, essa percepção importa.

Se você aborda executivos de Marketing, Tecnologia ou Vendas, por exemplo, seu perfil precisa ajudar essas pessoas a compreender rapidamente por que vale a pena conversar com você.


2. Encontrar as pessoas certas

O segundo pilar está diretamente relacionado ao que vimos na Parte 1.

Não é necessário falar com todo mundo.

É necessário encontrar as pessoas que realmente fazem sentido para sua estratégia comercial.

Os recursos de pesquisa do LinkedIn ajudam justamente nesse processo.

Filtros de cargo, empresa, localização, conexões e outros critérios permitem reduzir uma base enorme de usuários até chegar a um grupo muito mais alinhado ao perfil procurado.

No contexto do ABM, essa lógica ganha ainda mais força.

Se a organização já definiu suas contas prioritárias, o LinkedIn pode ser utilizado para mapear quem são os profissionais relevantes dentro dessas empresas e começar a compreender o buying committee daquela oportunidade.


3. Compartilhar conhecimento

O terceiro elemento é conteúdo.

Publicar no LinkedIn não precisa significar transformar cada vendedor em um influenciador digital.

O objetivo é utilizar conhecimento para construir autoridade e reconhecimento dentro da própria rede.

Um profissional pode compartilhar:

  • aprendizados do mercado;
  • tendências;
  • análises;
  • experiências;
  • cases;
  • resultados;
  • boas práticas;
  • opiniões sobre temas da sua área.

Ao fazer isso de forma consistente, ele permite que outras pessoas conheçam sua experiência antes mesmo de uma conversa comercial.

Esse processo é particularmente importante em vendas complexas, nas quais confiança e credibilidade possuem grande peso na decisão.


4. Construir relacionamentos

O quarto pilar conecta todos os anteriores.

Não basta encontrar alguém.

Também não basta publicar conteúdo.

É necessário interagir e construir relacionamento.

Isso pode começar com ações simples:

  • acompanhar uma publicação;
  • deixar um comentário relevante;
  • compartilhar uma reflexão;
  • parabenizar uma conquista profissional;
  • conversar sobre um assunto em comum;
  • trocar experiências.

Durante o episódio, Cristiano reforça que essas interações precisam ser genuínas.

A intenção não deve ser executar uma sequência artificial apenas para chegar rapidamente à venda.

Social Selling funciona quando existe interesse real em desenvolver a relação.


Conteúdo é uma forma de construir prova social

Imagine duas situações.

Na primeira, um vendedor envia uma mensagem afirmando:

“Nossa empresa possui muita experiência nesse mercado.”

Na segunda, o prospect acessa o perfil desse vendedor e encontra cases, análises, conteúdos especializados e discussões relacionadas aos desafios que enfrenta.

Qual das duas situações transmite mais credibilidade?

É justamente aí que o conteúdo se transforma em prova social.

Durante o episódio, Cristiano comenta que cases de clientes podem exercer um papel importante nesse processo.

Quando você mostra um problema real, a solução aplicada e o resultado alcançado, outras empresas podem reconhecer desafios semelhantes em suas próprias operações.

O conteúdo deixa de ser apenas uma ferramenta de alcance.

Ele passa a ajudar o prospect a responder uma pergunta fundamental:

“Essa empresa realmente consegue resolver um problema como o meu?”


O vendedor também pode construir autoridade

Essa construção de autoridade não precisa acontecer somente no perfil institucional da empresa.

Os próprios profissionais comerciais podem assumir um papel importante.

Um vendedor que compartilha conhecimento sobre seu mercado passa a ser percebido de maneira diferente de alguém que utiliza o LinkedIn apenas para enviar propostas.

Com o tempo, sua rede começa a associar aquele profissional a determinados assuntos.

Isso pode gerar um efeito importante:

quando surgir uma necessidade relacionada àquele tema, ele pode ser lembrado.

É uma dinâmica muito diferente da prospecção baseada exclusivamente em interrupção.


O que é o Social Selling Index (SSI)?

Outro recurso apresentado durante a conversa é o Social Selling Index, conhecido como SSI.

O indicador é utilizado pelo LinkedIn para avaliar aspectos relacionados à forma como o profissional utiliza a plataforma para desenvolver sua presença e seus relacionamentos.

Durante o episódio, Cristiano apresenta o SSI a partir de quatro dimensões relacionadas justamente aos princípios do Social Selling:

  • construção da marca profissional;
  • localização das pessoas certas;
  • interação com insights e conteúdos;
  • desenvolvimento de relacionamentos.

A pontuação ajuda o profissional a observar onde sua atuação está mais desenvolvida e quais dimensões ainda podem melhorar.


SSI não deve virar uma obsessão

Apesar de ser uma métrica interessante, o objetivo não deve ser simplesmente conquistar a maior pontuação possível.

Uma pontuação elevada não significa automaticamente que alguém terá mais vendas.

O SSI funciona melhor como um indicador de comportamento dentro da plataforma.

Ele pode ajudar a perceber, por exemplo, se o profissional está construindo uma presença consistente, encontrando pessoas relevantes e desenvolvendo relacionamentos.

Mas o resultado comercial depende de muitos outros fatores.

Estratégia, qualidade da oferta, entendimento do cliente, timing e capacidade de conduzir uma oportunidade continuam sendo fundamentais.


Interagir com conteúdo também faz parte da prospecção

Um ponto importante do Social Selling é que nem toda ação precisa começar com uma mensagem privada.

Imagine que você identificou um executivo de uma conta estratégica.

Antes de enviar uma solicitação de conexão, pode acompanhar o que essa pessoa publica.

Se ela compartilha um conteúdo relacionado ao seu mercado, você pode contribuir com um comentário relevante.

Não algo como:

“Ótimo post!”

Mas uma contribuição que demonstre conhecimento e realmente acrescente algo à conversa.

Depois de algumas interações naturais, uma futura solicitação de conexão deixa de partir completamente do zero.

A pessoa pode reconhecer seu nome.

Essa pequena diferença muda a dinâmica da aproximação.


O LinkedIn ajuda a entender o contexto das contas

Para quem trabalha com Account-Based Marketing, o valor do LinkedIn vai além de localizar decisores.

A atividade dos profissionais também pode oferecer sinais sobre o que está acontecendo dentro de determinada organização.

Mudanças de cargo, contratações, novos projetos, eventos, conteúdos e discussões podem ajudar Marketing e Vendas a compreender melhor o momento da conta.

Esses sinais podem contribuir para decidir:

  • quando iniciar uma abordagem;
  • qual assunto utilizar;
  • qual persona priorizar;
  • qual conteúdo compartilhar;
  • qual Touchpoint faz mais sentido.

Assim, o LinkedIn pode funcionar também como uma fonte complementar de inteligência sobre contas estratégicas.


Social Selling e ABM trabalham muito bem juntos

Existe uma relação natural entre Social Selling e Account-Based Marketing.

O ABM começa definindo quais contas são prioritárias.

O Social Selling ajuda a construir relacionamento com as pessoas que fazem parte dessas contas.

Imagine uma empresa que tenha 20 organizações estratégicas em sua lista de contas-alvo.

Em vez de simplesmente disparar campanhas para todas elas, Marketing e Vendas podem trabalhar juntos para:

  1. mapear os principais stakeholders;
  2. acompanhar seus conteúdos;
  3. compreender seus interesses;
  4. identificar conexões em comum;
  5. produzir conteúdos relevantes;
  6. interagir de forma contextualizada;
  7. criar aproximações personalizadas.

Essa combinação torna a estratégia muito mais humana.

A conta continua sendo o centro do planejamento, mas são as pessoas dentro da conta que constroem o relacionamento.


E onde entra o LinkedIn Sales Navigator?

Durante o episódio, Cristiano também aborda o LinkedIn Sales Navigator, solução do LinkedIn voltada especificamente à prospecção comercial.

A ferramenta amplia as possibilidades de pesquisa e acompanhamento de leads e contas, oferecendo recursos adicionais para profissionais que precisam desenvolver uma operação de prospecção mais estruturada.

Mas existe um ponto importante:

nem todo profissional precisa começar pelo Sales Navigator.

Como apresentado anteriormente, a própria versão gratuita do LinkedIn já oferece recursos que podem ser utilizados para desenvolver uma estratégia inicial de pesquisa e relacionamento.

O Sales Navigator começa a ganhar mais relevância quando existe uma necessidade maior de escala, segmentação e acompanhamento sistemático de contas e leads.


Quando o Sales Navigator começa a fazer sentido?

Para uma operação comercial estruturada, especialmente no mercado B2B, a ferramenta pode ajudar quando o profissional precisa trabalhar um volume maior de contas e critérios mais específicos.

Isso pode acontecer, por exemplo, quando a empresa deseja:

  • mapear decisores em várias contas;
  • criar listas de leads;
  • acompanhar contas estratégicas;
  • trabalhar segmentações mais avançadas;
  • identificar movimentações relevantes;
  • organizar uma rotina contínua de prospecção.

Em uma estratégia de ABM, esses recursos podem complementar o trabalho de inteligência e ajudar os profissionais a manter as contas prioritárias no radar.


Tecnologia não substitui estratégia

Existe, entretanto, um princípio que vale tanto para o Sales Navigator quanto para qualquer ferramenta comercial.

Ter acesso à tecnologia não significa automaticamente saber prospectar.

Uma ferramenta pode ajudar a encontrar centenas de pessoas.

Mas ainda será necessário decidir:

Quem realmente importa?

Por que essa pessoa deveria conversar comigo?

Qual é o contexto da conta?

O que posso oferecer de relevante?

Qual é o melhor momento para abordar?

Sem essas respostas, uma ferramenta mais avançada pode simplesmente permitir que uma abordagem ruim seja realizada em maior escala.

E esse é exatamente o oposto da lógica do Account-Based Marketing.


Relevância antes de escala

Um dos principais aprendizados dessa discussão é que a eficiência da prospecção não deve ser medida apenas pela quantidade de mensagens enviadas ou conexões realizadas.

Especialmente em vendas B2B complexas, uma interação relevante pode valer muito mais do que dezenas de abordagens genéricas.

O LinkedIn oferece tecnologia para encontrar pessoas.

O Social Selling ajuda a construir relacionamento.

O conteúdo desenvolve autoridade.

E o ABM fornece o direcionamento estratégico sobre quais contas merecem maior atenção.

Quando esses elementos trabalham juntos, a prospecção deixa de ser apenas uma atividade de volume e passa a se tornar uma estratégia de relacionamento.

Networking no LinkedIn: conexões que vão além da venda

Uma das mensagens mais importantes do episódio é que o LinkedIn não deve ser utilizado apenas para encontrar alguém e tentar transformar essa pessoa imediatamente em uma oportunidade comercial.

A plataforma também pode ser uma poderosa ferramenta de networking profissional.

E existe uma diferença importante entre ter muitos contatos e possuir uma rede de relacionamentos relevante.

Ao longo da conversa, Cristiano Santos reforça justamente o valor de construir conexões de maneira genuína, mantendo contato, interagindo e procurando gerar valor antes de esperar algum retorno comercial.

Em vendas B2B, esse relacionamento pode produzir resultados que vão muito além de uma negociação imediata.

Uma pessoa que hoje não possui interesse na sua solução pode, futuramente, mudar de empresa, assumir outra posição, recomendar seu trabalho ou apresentar você a alguém que enfrenta exatamente o problema que sua empresa resolve.

Por isso, networking precisa ser visto como construção de relacionamento de longo prazo.


Use o LinkedIn antes de eventos presenciais

Uma aplicação interessante apresentada durante o episódio é utilizar o LinkedIn para potencializar o networking em eventos.

Imagine que você participará de um congresso, feira ou encontro empresarial.

Em vez de chegar ao local sem conhecer ninguém, é possível começar o relacionamento antes.

Pesquise quem estará no evento.

Procure palestrantes.

Identifique empresas participantes.

Encontre profissionais com os quais gostaria de conversar.

Acompanhe seus conteúdos.

Em alguns casos, uma conexão pode começar digitalmente e continuar presencialmente.

Essa preparação reduz aquela sensação comum de chegar a um evento cheio de pessoas e não saber exatamente com quem conversar.


O digital pode preparar o relacionamento presencial

O contrário também funciona.

Você pode conhecer alguém rapidamente em um evento e utilizar o LinkedIn para continuar a conversa depois.

Uma mensagem simples pode recuperar aquele contexto:

“Foi ótimo conversar com você no evento. Gostei muito da nossa troca sobre o tema e vamos continuar conectados por aqui.”

Nesse caso, a solicitação de conexão possui uma razão clara.

Não é uma abordagem aleatória.

Existe uma experiência anterior compartilhada.

Essa combinação entre digital e presencial torna o networking mais consistente e ajuda a manter relacionamentos que poderiam desaparecer depois de um encontro rápido.


Networking não deve existir apenas quando você precisa de alguma coisa

Um erro comum é procurar a própria rede somente quando existe uma necessidade.

Quando precisamos de indicação, oportunidade, reunião ou apresentação, lembramos das pessoas.

Uma rede forte funciona de outra maneira.

Ela é construída continuamente.

Isso significa acompanhar conquistas profissionais, contribuir com discussões, compartilhar informações úteis e manter contato mesmo quando não existe nenhum pedido a fazer.

É justamente essa consistência que transforma uma simples conexão do LinkedIn em relacionamento profissional.


Humanização continua sendo um diferencial

Automação, Inteligência Artificial e ferramentas de prospecção estão tornando as vendas cada vez mais eficientes.

Mas existe um risco:

automatizar também aquilo que deveria continuar humano.

Quando todos utilizam mensagens semelhantes, cadências parecidas e abordagens produzidas em escala, uma comunicação verdadeiramente personalizada tende a chamar ainda mais atenção.

O episódio reforça a importância de conhecer a pessoa antes da abordagem, compreender seus interesses e encontrar um motivo genuíno para iniciar a conversa.

A tecnologia pode ajudar na pesquisa.

Pode organizar informações.

Pode sugerir contatos.

Mas construir confiança continua dependendo da qualidade da interação.


Os principais erros na prospecção pelo LinkedIn

Ao reunir os aprendizados apresentados durante a conversa, alguns comportamentos aparecem como pontos importantes de atenção para profissionais de Marketing e Vendas.

Entre os principais estão:

  • adicionar pessoas indiscriminadamente;
  • priorizar quantidade de conexões em vez de relevância;
  • enviar uma oferta imediatamente após a conexão ser aceita;
  • utilizar mensagens genéricas;
  • não pesquisar o perfil antes da abordagem;
  • falar somente sobre o próprio produto;
  • interagir apenas quando existe interesse comercial;
  • publicar conteúdo exclusivamente promocional;
  • acreditar que uma ferramenta resolverá uma estratégia ruim;
  • tratar networking como uma atividade de curto prazo.

Evitar esses comportamentos já representa uma mudança importante na maneira de utilizar a plataforma.


Seu perfil também faz parte da estratégia comercial

Existe outro ponto que não deve ser ignorado.

Enquanto você pesquisa potenciais clientes, eles também podem pesquisar você.

Depois de receber uma solicitação de conexão ou mensagem, é natural que alguém acesse o perfil de quem iniciou o contato.

Nesse momento, seu perfil passa a fazer parte da experiência comercial.

Ele precisa transmitir com clareza quem você é, qual sua área de atuação e quais assuntos domina.

As publicações também contribuem para essa percepção.

Um perfil acompanhado de conteúdos relevantes, experiências e interações consistentes transmite uma impressão diferente de uma página utilizada apenas para enviar abordagens comerciais.


Autoridade é construída antes da reunião

Em vendas tradicionais, muitas vezes a primeira oportunidade de demonstrar conhecimento acontecia durante a reunião comercial.

No LinkedIn, essa construção pode começar muito antes.

O prospect pode conhecer suas ideias sem nunca ter conversado com você.

Pode acompanhar um artigo.

Ler um comentário.

Ver um case.

Assistir a um vídeo.

Encontrar uma análise publicada semanas atrás.

Quando finalmente acontece uma conversa comercial, parte da construção de confiança já pode ter começado.

É por isso que conteúdo, Personal Branding e Social Selling se conectam tão bem.


Consistência importa mais do que uma publicação viral

Construir autoridade no LinkedIn não significa necessariamente conquistar milhares de visualizações.

Especialmente em vendas B2B, o público certo pode ser mais importante do que um público enorme.

Imagine um profissional que vende uma solução extremamente específica para diretores de Tecnologia.

Um conteúdo visto por 500 pessoas, incluindo vários executivos das contas que sua empresa deseja conquistar, pode ser comercialmente mais relevante do que uma publicação com milhares de visualizações de um público sem relação com o negócio.

Mais uma vez, a lógica se aproxima do ABM:

relevância antes de volume.


LinkedIn + ABM: das contas para as pessoas

Account-Based Marketing coloca as contas estratégicas no centro da operação.

Mas empresas não tomam decisões.

Pessoas tomam decisões dentro das empresas.

É justamente aí que o LinkedIn pode complementar uma estratégia de ABM.

Depois de definir as contas prioritárias, Marketing e Vendas podem utilizar a plataforma para conhecer melhor os profissionais envolvidos nessas organizações.

O processo pode seguir uma lógica como:

Conta-alvo → stakeholders → pesquisa → conteúdo → interação → relacionamento → oportunidade.

Isso não significa que toda conta seguirá uma jornada linear.

Mas ajuda a demonstrar como Social Selling pode funcionar como uma camada de relacionamento dentro de uma estratégia de ABM.


Marketing e Vendas precisam trabalhar juntos

Essa abordagem também exige colaboração.

Marketing pode apoiar com:

  • conteúdos relevantes;
  • cases;
  • pesquisas;
  • inteligência sobre contas;
  • materiais personalizados;
  • monitoramento de sinais.

Vendas pode utilizar esses recursos para construir relacionamentos com os stakeholders e conduzir as conversas comerciais.

Quando as duas áreas trabalham de maneira isolada, existe o risco de Marketing produzir conteúdos que não ajudam nas conversas e Vendas realizar abordagens sem aproveitar a inteligência disponível.

Em uma estratégia de ABM, essa integração se torna ainda mais importante.


O LinkedIn é uma ferramenta. O diferencial está na forma de utilizá-la

Busca avançada, filtros, Sales Navigator, SSI e outras funcionalidades podem ajudar bastante.

Mas nenhuma delas substitui estratégia.

O principal aprendizado do episódio não é descobrir um “hack” para vender mais pelo LinkedIn.

É compreender que a plataforma pode ser utilizada para conhecer pessoas, construir autoridade e desenvolver relacionamentos comerciais de maneira mais inteligente.

Ferramentas ajudam a encontrar oportunidades.

Relacionamentos ajudam a transformá-las em negócios.


Conclusão

Aprender como usar o LinkedIn para prospecção B2B vai muito além de encontrar potenciais compradores e enviar solicitações de conexão.

Uma estratégia consistente começa pela definição das pessoas certas, passa pela pesquisa e personalização da abordagem e continua por meio de conteúdo, interação e construção de confiança.

Ao longo da conversa entre Felipe Spina e Cristiano Santos, fica evidente que Social Selling não deve ser confundido com simplesmente vender pelas redes sociais.

Trata-se de utilizar o ambiente digital para desenvolver relacionamentos que podem, no momento adequado, gerar oportunidades comerciais.

Para empresas que trabalham com Account-Based Marketing, essa lógica é ainda mais relevante.

Quando Marketing e Vendas já sabem quais contas desejam conquistar, o LinkedIn pode ajudar a identificar os stakeholders, compreender seus contextos e criar aproximações muito mais personalizadas.

No fim, a tecnologia facilita o encontro.

Mas são relevância, confiança e relacionamento que sustentam a oportunidade.


Perguntas Frequentes (FAQ)

Como usar o LinkedIn para prospecção B2B?

O primeiro passo é definir o perfil das pessoas que realmente fazem sentido para sua estratégia. Depois, utilize os recursos de busca e filtros para encontrá-las, pesquise seus perfis e construa uma aproximação personalizada. O ideal é evitar começar o relacionamento oferecendo imediatamente um produto ou serviço.

O que é Social Selling?

Social Selling é uma estratégia que utiliza redes sociais para identificar potenciais clientes, construir autoridade, desenvolver relacionamentos e criar oportunidades comerciais de maneira mais contextualizada.

É preciso pagar o LinkedIn para fazer prospecção?

Não necessariamente. Durante o episódio, Cristiano mostra que a própria versão gratuita do LinkedIn possui recursos de busca e filtros que podem ser utilizados para iniciar uma estratégia de prospecção.

O que é o SSI do LinkedIn?

SSI significa Social Selling Index. O indicador considera aspectos relacionados à construção da marca profissional, localização das pessoas certas, interação com conteúdos e desenvolvimento de relacionamentos.

Vale a pena utilizar o LinkedIn Sales Navigator?

O Sales Navigator pode ser especialmente útil para operações que precisam trabalhar com prospecção de maneira mais estruturada, utilizando recursos adicionais de pesquisa e acompanhamento de leads e contas. Entretanto, ele não substitui uma boa estratégia de abordagem e relacionamento.

Como usar o LinkedIn em uma estratégia de ABM?

Depois de definir as contas-alvo, o LinkedIn pode ajudar a mapear stakeholders, acompanhar profissionais dessas organizações, identificar conexões em comum, pesquisar contextos e desenvolver relacionamentos personalizados com pessoas relevantes para a decisão.

Devo vender logo depois que alguém aceitar minha conexão?

Essa não é a abordagem recomendada no episódio. O ideal é pesquisar o perfil, entender o contexto da pessoa e iniciar uma conversa relevante antes de apresentar uma oferta comercial.

Compartilhar esse post

Posts relacionados

ago 2026 •
  • Account-Based Marketing

Como Usar o LinkedIn para Prospecção B2B: Estratégias de Social Selling e Networking

ago 2026 •
  • Account-Based Marketing

Case Maestro ABM + AWS: Como a IA Generativa Está Transformando as Vendas B2B

ago 2026 •
  • Account-Based Marketing

Como Entrar na Área de Vendas em Tecnologia: Guia para Construir uma Carreira em Empresas SaaS

ABM - Account-Based Marketing
Nossa missão é ajudar as empresas em vendas B2B para grandes empresas por meio do processo ABM.

O “Account-Based Marketing” é uma metodologia para vendas complexas B2B, onde envolve campanhas exclusivas e personalizadas para empresas que estão dentro do Perfil Ideal de Cliente que você quer prospectar. Usando esse processo, você não desperdiça tempo e dinheiro com quem não tem probabilidade de fechar com sua empresa. Esse processo precisa ser bem “orquestrado” de ponta a ponta e exige que a empresa adote essa cultura no alinhamento de marketing e vendas para funcionar consciente.

  • Política de Privacidade
  • Quem somos
  • Videos sobre ABM
  • Materiais Educativos
  • Software de ABM
  • Cultura da Maestro ABM
Instagram Linkedin Spotify Youtube


Copyright©2022
MAESTRO ABM LTDA
CNPJ nº 45.992.495/0001-10
Rua Augusta 3000 1º Andar
Cerqueira César - São Paulo/SP
CEP 01412100